segunda-feira, 26 de março de 2018

Eleições 2018: Os pré-candidatos à Presidência do Brasil!!!!!!!!!!

À medida que as eleições de 7 outubro se aproximam, o número de pré-candidatos à Presidência aumenta - já são ao menos 19 nomes. Apesar de as projeções indicarem uma disputa com muitos candidatos, o cenário está, até o momento, tão aberto que dificulta até mesmo antecipar quais deles de fato estarão nas urnas.

Os possíveis candidatos a Presidente que disputam acirradamente a cadeira de presidente do Brasil.






Conheça alguns nomes cotados :

Ciro Gomes:
O ex-ministro Ciro Gomes afirmou  que será candidato à Presidência da República se for desejo do seu Partido Democrata Trabalhista (PDT). “Eu serei [candidato] numa circunstância, e tão somente nela, se o PDT desejar que eu seja”


Jair Bolsonaro



Um possível candidato que vem ganhando nome no cenário político é o Jair Bolsonaro, ele faz uma forte oposição ao governo e tem uma longa história como deputado, inclusive sendo o mais votado do Rio de Janeiro em 2014. seu nome vem ganhando grande apoio como um dos possíveis candidatos nas eleições 2018.Em 2014, ele afirmou que só não estuprava a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece". Em razão do episódio, o STF abriu em 2016 ação penal contra o deputado. A defesa argumentou que ele tem imunidade parlamentar e não incentivou outras pessoas a estuprar.Bolsonaro é conhecido pelas alegações a respeito da ditadura militar brasileira. Segundo ele, o período teria sido uma época gloriosa da história do Brasil. Em uma carta publicada no jornal Folha de S.Paulo, Bolsonaro se refere ao período como “20 anos de ordem e progresso”. O político afirmou ainda, durante uma discussão com manifestantes em dezembro de 2008, que “o erro da ditadura foi torturar e não matar.”
Bolsonaro também foi acusado, em seus discursos, de fazer apologia ao crime de estupro e a desigualdade salarial entre homens e mulheres. Na justificativa ele alega que as mulheres engravidam e têm direito a licença-maternidade, o que prejudica a produtividade do empresário.
Porém, não é só entre as mulheres que o político apresenta opiniões polêmicas. O homossexualismo é outro tema atacado por Bolsonaro. Em uma entrevista para a revista Playboy, em junho de 2011, Bolsonaro afirmou que “seria incapaz de amar um filho homossexual” e que preferia que um filho seu “morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí”.
O parlamentar também defende que surras em filhos homossexuais seriam capazes de alterar a orientação sexual deles, ao dizer: “Se o filho começa a ficar assim, meio gayzinho, [ele] leva um couro e muda o comportamento dele”.







Álvaro Dias (PV)

Álvaro Fernandes Dias é um historiador e político brasileiro. Exerce atualmente o cargo de Senador da República Federativa do Brasil, representando o Estado do Paraná.Vem crescendo a especulação de seu nome na corrida presidencial, principalmente pelos projetos que vem apresentando no senado.Está em análise no Senado a PEC 38/2016, de autoria do senador Alvaro Dias, que reduz o número de deputados federais dos atuais 513 para apenas 405. Pelo projeto de Alvaro Dias, o número mínimo de deputados federais passará de 8 para 4, nos estados com menor população, e o número máximo de 70 para 50, nos estados mais populosos.







JOÃO DÓRIA (PSDB)

De alta popularidade, é visto como um “fora da política”. Com apenas cinco meses de governo, vem conseguindo agradar a maior parte dos paulistas.Sua posição atual é clara em afirmar que pretende terminar seu mandato como prefeito de São Paulo. Porém com a alta popularidade, os rumores é de que possa vir a ser um bom candidato para presidência em 2018.








Lula (PT) se não for preso até as eleições 



O PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril. A estratégia tem dois objetivos. O primeiro é aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer. O segundo é reforçar a defesa jurídica de Lula.’Lula é nosso candidato para 2018, não temos um plano B’, diz Rui Falcão, presidente do PT.Apesar de condenado a 9 anos de prisão pelo Juiz Sérgio Moro, ainda cabe recurso







Collor 
 O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) que pretende se candidatar novamente à Presidência da República nas eleições gerais deste ano. “Digo a vocês que esse é um dos momentos mais importantes da minha vida pessoal. Hoje, a minha decisão está tomada: sou, sim, pré-candidato à Presidência da República”.






Cristovam Buarque (PPS)



Cristovam Buarque é ex-governador do Distrito Federal (1995 a 1999) e ex-ministro da Educação (2003-2004, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva). Exerce o segundo mandato de senador.
É formado em engenharia mecânica, tem mestrado em ciências econômicas e doutorado em economia e desenvolvimento. Também já foi reitor da Universidade de Brasília (UnB), entre 1985 e 1989. Antes de entrar no PPS, foi filiado ao PT e ao PDT.


Geraldo Alckmin (PSDB)


O atual governador de SP foi definido como pré-candidato à Presidência pelo PSDB depois de ser o único a se candidatar para disputar as prévias do partido. Médico de formação, Geraldo Alckmin começou a carreira pública em Pindamonhangaba, onde se elegeu vereador em 1973.
Depois, foi prefeito da cidade e deputado estadual e federal por São Paulo. Em 1986, se elegeu deputado constituinte federal. Em 1988, deixou o PMDB, partido que integrava até então, para fundar o PSDB. Em 2001, assumiu o governo de São Paulo após a morte do então governador Mário Covas. Se reelegeu em 2002.

Em 2006, Alckmin disputou a Presidência e perdeu para o então presidente Lula. Em 2010, elegeu-se novamente para o governo de São Paulo, reeleito em 2014. Em dezembro de 2017, foi eleito presidente nacional do PSDB e anunciou a pré-candidatura para o Palácio do Planalto.








Rodrigo Maia (DEM)



Atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) está no quinto mandato consecutivo como deputado federal. Assumiu a presidência da Câmara no ano passado, depois que o então presidente, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou ao cargo – e depois foi cassado.
Em 2017, Rodrigo Maia presidiu o DEM, partido que ajudou a fundar. É filho de Cesar Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro, e casado com Patricia Vasconcelos, enteada de Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência.





Valéria Monteiro (PMN)






Jornalista e ex-apresentadora do Jornal Nacional e do Fantástico nos anos 1990, Valéria Monteiro se filiou ao PMN em 12 de janeiro, em ato na Câmara Municipal de São Paulo. Atualmente é dona de uma produtora.

Em setembro, quando ainda não estava filiada a partido político, anunciou que pretendia disputar a Presidência da República.

Eymael (PSDC)





José Maria Eymael disputou quatro vezes a Presidência da República (1998, 2006, 2010 e 2014, derrotado em todas). Deputado federal constituinte, Eymael exerceu dois mandatos na Câmara dos Deputados (entre 1987 e 1995). Em 2012, disputou a Prefeitura de São Paulo, ficando em 11º lugar, com 5,3 mil votos.
Eymael está no PSDC desde 1962 (à época PDC). Ficou conhecido pelo jingle "Ey, Ey, Eymael, um democrata cristão", lançado em 1985, quando se candidatou a prefeito de São Paulo pela primeira vez. É o atual presidente do PSDC. Sua pré-candidatura à Presidência foi anunciada no dia 15 de março no Acre.




Guilherme Boulos (PSol)



Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Guilherme Boulos foi lançado pré-candidato pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSol) no dia 10 de março. Completa a chapa como candidata à vice-presidente a ativista indígena Sônia Guajajara.
Boulos teve sua filiação ao partido formalizada cinco dias antes do anúncio e foi escolhido em conferência disputada com outros três nomes: Plínio de Arruda Sampaio Jr., Hamilton Assis e Nildo Ouriques.


João Amoêdo (Novo)



O empresário carioca de 55 anos fez carreira como executivo de empresas e, em novembro do ano passado, foi anunciado como pré-candidato a presidente do Partido Novo. João Amoêdo é um dos fundadores da sigla, que presidiu entre setembro de 2015 e julho de 2017, quando se afastou por causa da pré-candidatura.
Formado em Engenharia Civil e Administração, teve a maior parte da atuação profissional em instituições financeiras. Foi vice-presidente do Unibanco e membro do conselho de administração do Itaú-BBA. Em 2011, passou a integrar o Conselho de Administração da construtora João Fortes. No mesmo ano, participou da fundação no Partido Novo.

Levy Fidelix (PRTB)





Formado em jornalismo, Levy Fidelix foi candidato a presidente da República em três eleições (1994, 2010 e 2014), mas nunca chegou ao segundo turno. Trabalhou na campanha de Fernando Collor à Presidência em 1989 e, desde então, também disputou eleições para deputado federal por São Paulo, vereador e prefeito, mas jamais se elegeu.
Em 2014, prometeu que, se eleito presidente, acabaria com os impostos sobre remédios. Em 26 novembro de 2017, lançou pré-candidatura para disputar a Presidência pela quarta vez.







Manuela D'Ávila (PC do B)




A jornalista de 36 anos Manuela D’Ávila iniciou a carreira política no movimento estudantil e foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 2003. Em 2004, se elegeu vereadora em Porto Alegre.
Dois anos depois, em 2006, foi eleita deputada federal, reeleita em 2010. Desde 2015, é deputada estadual no Rio Grande do Sul. A pré-candidatura à Presidência da República foi anunciada em 5 de novembro de 2017 pelo PCdoB. Ela disputou ainda duas vezes a prefeitura de Porto Alegre, em 2012 e 2018, mas não foi eleita.
Será a primeira vez que o partido tem candidatura própria desde 1989. Até então, o PCdoB tinha integrado coligações encabeçada pelo PT e apoiado candidatos petistas como Lula e Dilma Rousseff.



Marina Silva (Rede)

Marina Silva foi deputada estadual no Acre (1991-1994) e senadora pelo mesmo estado por dois mandatos (1995 a 2010). Ela se licenciou do Senado de 2003 a 2008, quando ocupou o cargo de ministra do Meio Ambiente no governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Filiada ao PT desde 1986, deixou a legenda em 2009 para se filiar ao PV, partido pelo qual concorreu à Presidência em 2010, mas não conseguiu chegar ao segundo turno. Em 2014, se candidatou novamente, desta vez pelo PSB.
À época, era vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos, mas assumiu a candidatura após a morte dele em um acidente aéreo. Ficou em terceiro lugar. Anunciou pré-candidatura à Presidência em 2 de dezembro de 2017 durante encontro do partido Rede, do qual é fundadora.










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